segunda-feira, 9 de abril de 2018

FIGURAS- ALBICASTRENSE MORTO EM COMBATE NA BATALHA DE LA LYS


                                                    100 ANOS DA BATALHA DE LA LYS


  Como antigo combatente, presto a minha homenagem ao conterrâneo, JOSÉ ANTÓNIO  PEIXOTO, Alferes morto em combate nesta batalha que hoje comemora o seu centenário.

                                               Breve apontamento sobre  o nosso conterrâneo

Nasceu nesta freguesia de Castelo Branco e concelho de Mogadouro a 13 de Maio de 1885. Era filho de  Cristiano M. Peixoto e Isabel M. Rodrigues.

Era casado com Ana Maria Afonso Peixoto.Embarcou  em Lisboa para França a 22 de Abril de 1917.

Colocado no Batalhão de Infantaria nº 29, em 27 de Julho de 1917, pela  O.S, Nº 61 de 29 de Julho de 1917. Teve licença de campanha em 12 de Dezembro  de 1917, por 30 dias, seguindo para  Portugal a fim de as gozar.
Apresentou-se vindo de Portugal, a 11 de Janeiro de 1918. Diligência às Escolas do C.E.P  a fim de frequentar o curso  normal  de gás, em  11 de Fevereiro  de 1918.
Terminou o curso normal de gás com aproveitamento, em 18 de Fevereiro de 1918.

Foi ferido em combate, com estilhaços de granada em 23 de Março de 1918. ( Relação publicada com a O.S.  da 4º B.I nº 84 de 24 de Março de 1918.

Desaparecido em combate no dia 9 de ABRIL de 1918 na BATALHA DE LA LYS, desconhecendo-se  qual o motivo da sua morte e o local da sua sepultura.

Foto da família gentilmente cedida  por Manuel Rodrigues

Na foto :José António Peixoto e sua esposa Ana Maria Afonso Peixoto.

Obs ( Processo nº 71)


Isaias Cordeiro


                                       

                    

segunda-feira, 5 de março de 2018

SERÃO TRASMONTANO DE OUTRORA EM NOITE DE TEMPESTADE


         ESCURIDÃO, DEITARAM-SE AO LIXO AS CANDEIAS A PETRÓLEO !

Atiramos ao lixo tudo e mais alguma coisa. Os anos vão passando e cada vez mais nos vamos  modernizando. Candeias, candeeiros de vidro com manga a petróleo iluminante e as sempre mais praticas velas de cera foram postas de lado. Esquecemos que sem contarmos, ficamos sem luz, e quão desagradável é principalmente  se prolongado  por vários dias e noites.

Por momentos lembrei os trabalhos de casa da escola  primária impostos pelo meu professor nos anos 50/ 60 ! Na velha casinha no curral  onde nasci tendo ao lado o vizinho senhor Eugénio Ferreira que não tendo ele  feito a  escola primária, à luz da candeia tentava juntar letras e formar palavras.
Não havendo outra alternativa restou-me  leitura de umas páginas de Abade de Baçal , tomo x onde  Castelo Branco contém muitas  linhas de interesse arqueológico,etnográfico e arte.






Isaías Cordeiro

segunda-feira, 22 de janeiro de 2018

LUGARES - CASTELO BRANCO-UMA ALDEIA DO NORDESTE TRANSMONTANO





REVITALIZAR É PRECISO!

MUITO SE PERDEU NESTA ALDEIA AO LONGO DE MUITOS ANOS MAS AINDA EXISTE ESPAÇO PARA A RECONQUISTA DA SUA IDENTIDADE,NA HISTORIA,NA CULTURA,NAS TRADIÇÕES HONRANDO FIGURAS QUE ENRIQUECERAM  O NOME DE CASTELO BRANCO PELO MUNDO FORA.

Alguns dos resistentes que merecem o nosso respeito e gratidão. 









Isaías Cordeiro


segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

domingo, 7 de janeiro de 2018

SUBSÍDIO PARA A HISTÓRIA CONTEMPORÂNEA DO " LISBOA CLUBE RIO DE JANEIRO-LISBOA



O TEMPO E A MEMÓRIA 


Porque nunca  fui rapaz de sofá e bem pelo contrário sempre irrequieto quanto baste  esta foi também uma ocupação durante os meus tempos de Bairro Alto -Lisboa.
Os amantes das marchas populares  conhecem muito bem o "Lisboa Clube Rio de Janeiro", Rua da Atalaia/ Travessa da Queimada em pleno Bairro Alto. Nunca participei nas Marchas  mas fui Junior nas suas camadas de futebol que muito me honrou.











Isaías Cordeiro

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

sexta-feira, 1 de dezembro de 2017

LUGARES DO NORDESTE- BODEGAS DE URROS- MOGADOURO


                                             PATRIMÓNIO  COM VALOR HISTÓRICO
Bodegas são pequenos túneis encravados no solo de rocha mole que foram escavadas e alargadas pelos seus proprietários quase sempre de forma alongada  e com dimensões médias de dois a quatro metros quadrados e tecto em abobada com cerca de dois metros de altura.
Pelas suas características, as bodegas possuem  sistema natural de climatização e arejamento mantendo  o vinho a uma temperatura bastante baixa.
A sua construção remonta aos anos trinta e quarenta do século passado.

 As fotos aqui postadas foram recolhidas em dia de caminhada mensal nesta aldeia de Urros no dia 26 de Novembro de 2017.














Isaías Cordeiro