terça-feira, 28 de janeiro de 2014

LUGARES DO NORDESTE- ZAVA- MOGADOURO-PATRIMÓNIO


                           PATRIMÓNIO HABITACIONAL ANTIGO-CASAS DE ALVENARIA

Zava é uma pequena localidade do concelho de Mogadouro  e dista  desta Vila cerca de três quilómetros. Muitas das sua habitações antigas constituem um rico Património e se parte dele se encontra degradado muito existe ainda em perfeito estado de conservação  e até habitado. A sua construção em alvenaria em muito se deve há abundância de excelente pedra aqui a umas centenas de metros,Serra de Figueira e que as suas gentes removeram com muito trabalho e sacrifícios. Esta comunidade sempre teve hábeis mãos na arte de   trabalhar a alvenaria, nesta terra e em outras por todo o concelho. 










Isaías Cordeiro

sábado, 25 de janeiro de 2014

NATUREZA- A POENTE NADA DE NOVO,COMO SEMPRE BELAS..


                         FOTOGRAFIAS DE 24.01.2014-CASTELO BRANCO-MOGADOURO

                                           LOCAL: SERRA DE GAJOPE 








Isaías Cordeiro

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

PATRIMÓNIO- PEÇAS QUE FAZEM E FIZERAM PARTE DO COTODIANO TRASMONTANO


                 FOTOS EM DIA DE CAMINHADA-VILAR DO REI- MOGADOURO


TRILHO PARACEREAL

CEPO E MACHADA-IGUAL EM TODO O LADO

Isaías Cordeiro

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

LUGARES DO NORDESTE- VILAR DO REI-MOGADOURO- PATRIMÓNIO



                                       PATRIMÓNIO HABITACIONAL E RELIGIOSO

                                                   (Fotos em dia de caminhada)      
                                                       









Isaías Cordeiro

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

CASTELO BRANCO-MOGADOURO-FIGURAS ALBICASTRENSES



           ANTÓNIO AMARAL FERREIRA AFONSO

                               ALBICASTRENSE VITIMA DE ACIDENTE AÉREO EM 1960

- António Amaral Ferreira Afonso nasceu na Rua de Santo António nesta freguesia de Castelo Branco Concelho de Mogadouro a cinco de Dezembro de mil novecentos e trinta e sete, filho de Raul do Nascimento Afonso de trinta e cinco anos e Maria da Conceição Pardal Ferreira de trinta e dois anos, era neto paterno de Bernardino José Afonso e Maria Augusta Ferreira, e materno de Adelina da Conceição Pardal. Foram testemunhas do registo de nascimento Mário Henrique Roxo, funcionário público e Júlio Amarelo, Advogado ambos residentes na Vila de Mogadouro.

António Amaral junto de um Avião T33
Consta no seu registo de nascimento, o averbamento com o registo nº 487 que faleceu ás vinte e três horas do dia 16 de Agosto de 1960 vitima de acidente aéreo na serra de Alvaiázere aos 23 anos de idade. Os Albicastrenses, sobretudo os mais idosos sabem deste acidente pois alguns dias antes aqui veio onde foram efectuadas algumas passagens baixas sobre as Eiras Novas onde seu pai tinha instalada a Tramagal debulhando o cereal que ali abundava nesses tempos.

Esta comunidade pouco soube de pormenores do acidente e a família pouco divulgou pelo luto do seu ente mas certamente tiveram acesso ao relatório como é natural em todos os casos em mortes desta natureza. Sempre por cá se disse que falecera na serra de Sintra num acidente de avião. Realmente a morte foi em acidente com uma aeronave, não existe informação especifica e o dia do acidente não converge com os registos, quanto ao local não corresponde á verdade como acima já fiz referência. Pela pesquisa e recolha de elementos junto de Instituições, de antigos camaradas da Aviação e outros foi possível obter alguma informação que melhora o conhecimento dos factos da morte do António Amaral.
A informação abaixo descrita foi cortesia do senhor General Piloto Aviador José Barriga Queiroga e também do amigo Abílio Ferreira Alves também Oficial Piloto da Força Aérea Portuguesa aos quais muito agradeço, envio um abraço e as minhas saudações Aeronáuticas. Esta informação tem por base os dados referidos no relatório do acidente.

“O acidente deu-se num treino de voo nocturno num avião T33 que embateu contra a Serra de Alvaiázere cerca das 23 horas do dia dezanove de Agosto de 1960. O António Amaral era 1º Cabo Aluno Piloto e era nesse voo seu Instrutor o Alferes Miliciano A J Nabais Conde também falecido”. Desconheço a data de alistamento na Aviação.

SERRA DE ALVAIÁZERE


MONUMENTO DE HOMENAGEM DA FORÇA AÉREA AOS FALECIDOS NESTE LOCAL


A PLACA DE ACRÍLICO É UMA HOMENAGEM DOS COLEGAS E FAMÍLIA  DO ALFERES PILOTO A. NABAIS CONDE
Como podemos verificar as datas da sua morte não são coincidentes no entanto esse facto não é relevante uma vez que o objectivo deste texto é apenas um esclarecimento a todos aqueles que porventura estejam interessados no aprofundamento do conhecimento dos nossos conterrâneos falecidos, pouco lembrados e que afinal fazem parte das Figuras da nossa Aldeia e da sua História não muito longínqua .

                                      
Fotografias do António Amaral Ferreira Afonso e Edmundo Mogadouro, e grandes amigos que foram  nos seus tempos de estudantes. Cortesia de Acrísio Mogadouro.

António Amaral  (1º  lado esquerdo)
1º  Lado esquerdo em pé


Confraternizando com amigo
       
Com amigo estudante


Faleceu muito jovem e não pode concretizar o seu grande sonho," Servir a Aviação Portuguesa", teria hoje setenta e seis anos. Jaz no cemitério desta Freguesia de Castelo Branco-Mogadouro

Esteja onde estiver, PAZ A SUA ALMA!



Isaías Cordeiro











quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

CASTELO BRANCO- MOGADOURO-FIGURAS


                                                       LUÍS GONZAGA RIBEIRO NUNES
     
    UM ALBICASTRENSE  QUE PARTIU! ESTEJA ONDE ESTIVER ESTAMOS COM ELE!

Gentilmente cedidas pelo amigo António Neto vieram até  mim estas duas fotos do amigo que partiu  Luís Gonzaga. No mail que as anexava duas linhas de teor que subscrevo na integra e  aqui reproduzo." Envio-te estas fotografias do Luís que considero  que expressam a fortaleza, dignidade e capacidade de comunicação que tinha com todos". 
São sobejamente conhecidas as qualidades do Luís e nunca é demais referi-lo! Também lhe conhecíamos  a paixão pelos cavalos que por inerência da sua condição de militar com eles lidava no seu dia a dia. O  cavalo desta foto era pertença do senhor Luís Parreira que sabendo do gosto que o Luís tinha de montar lho  disponibilizava  sempre que por Castelo Branco se encontrava.

                                             
  Aproveito para anexar uma bela história que encontrei nos meandros da Internet cujo conteúdo se ajusta no seu todo ao caso do nosso amigo  falecido em vinte e quatro de Dezembro de dois mil e treze.

                                                     O Homem, o cavalo e o cão                                  


Um homem, seu cavalo e seu cão caminhavam por uma estrada.

Depois de muito caminhar, esse homem se deu conta de que ele, seu cavalo e seu cão haviam morrido num acidente.

Às vezes os mortos levam tempo para se dar conta de sua nova condição...
Mesmo já estando a par da nova situação, o homem continua em frente. Sua caminhada era muito longa, morro acima, o sol era forte e escaldante, eles transpiravam muito e tinham muita sede. Precisavam desesperadamente de água.


Numa curva do caminho, avistaram um portão magnífico, todo de mármore, que conduzia a uma praça calçada com blocos de ouro, no centro da qual havia uma fonte de onde jorrava água cristalina. 
O caminhante dirigiu-se ao homem que numa guarita, guardava a entrada.

Bom dia, ele disse.

Bom dia, respondeu o homem.


Que lugar é este, tão lindo? Ele perguntou.
Aqui é o céu, foi a resposta...
Que bom que nós chegamos ao céu, estamos com muita sede, disse o homem.
O senhor pode entrar e beber água à vontade, disse o guarda, indicando-lhe a fonte.
Meu cavalo e meu cachorro também estão com sede.
Lamento muito, disse o guarda.
Aqui não se permite a entrada de animais.


O homem ficou muito desapontado porque sua sede era grande. Mas ele não beberia, deixando seus amigos com sede. Assim, prosseguiu seu caminho.
Depois de muito caminharem morro acima, com sede e cansaço multiplicados, ele chegou a um sítio, cuja entrada era marcada por uma porteira velha semi-aberta. A porteira se abria para um caminho de terra, com árvores dos dois lados que lhe faziam sombra. À sombra de uma das árvores, um homem estava deitado, cabeça coberta com um chapéu, parecia que estava dormindo.


Bom dia, disse o caminhante.
Bom dia, disse o homem.
Estamos com muita sede, eu, meu cavalo e meu cachorro.
Há uma fonte naquelas pedras, disse o homem e indicando o lugar. Podem beber a vontade.
O homem, o cavalo e o cachorro foram até a fonte e mataram a sede.


Muito obrigado, ele disse ao sair. Voltem quando quiserem, respondeu o homem.
A propósito, disse o caminhante, qual é o nome deste lugar?
Céu, respondeu o homem.
Céu? Mas o homem na guarita ao lado do portão de mármore disse que lá era o céu!
Aquilo não é o céu, aquilo é o inferno.
O caminhante ficou perplexo.
Mas então, disse ele, essa informação falsa deve causar grandes confusões a todos que lá se dirigem.

De forma alguma, respondeu o homem.

Na verdade, eles nos fazem um grande favor.

Porque lá ficam aqueles que são capazes de abandonar seus melhores amigos...

                                                                                Texto  de Daniel Borges
                                                                                  (Tirado da Internet)

Isaías Cordeiro

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

CASTELO BRANCO- LUTO CONTINUA-MAIS UMA ALBICASTRENSE QUE NOS DEIXA


                     CASTELO BRANCO- A NOSSA ALDEIA DO NOVO EM LUTO

Foi hoje a enterrar mais uma ALBICASTRENSE! Maria Luzia Fernandes Ribeiro falecida ontem há noite nos Cuidados de Saúde de Freixo de Espada á Cinta onde se encontrava em recuperação de um AVC.
                                           
                             


                               
                             ALGUNS DADOS BIOGRÁFICOS DESTA FAMÍLIA

Esta nossa conterrânea, Maria Luzia Fernandes  nasceu em treze de Dezembro de mil novecentos e trinta e um e era filha de António Augusto Fernandes, natural desta freguesia e de Arminda Augusta Vaz natural da freguesia de Meirinhos deste concelho.Era neta paterna de Marcelino António Fernandes e de Maria Augusta Angueira e neta materna de António Joaquim Vaz e de Maria dos Prazeres Meleiro.
Casou  a nove de Outubro de mil novecentos e sessenta e dois com Manuel Isaías Ribeiro,este nascido a vinte e três de Junho de mil novecentos e quarenta e faleceu a quinze  de Junho de mil novecentos e noventa e um com cinquenta anos de idade. Deixaram dois filhos, Rui Manuel Fernandes Ribeiro e Mário Fernandes Augusto Ribeiro. Viveram muitos anos  em França onde chegaram  em  5 de Outubro de 1962 regressando a Castelo Branco em data que não posso precisar.
Alguns detalhes,
Esta família foi e é sobejamente conhecida  pelas actividades  dos mais novos até aos mais velhos sendo que o papel mais preponderante coube aos progenitores desta conterrânea,o tio Ingueira, sim foneticamente não estará de todo errado esta nomeada mas que acredito ser deturpação do apelido de sua avó " Maria Augusta Angueira " e por isso nada  de anormal  em meu entender no que concerne há expressão " Ti Ingueira" o sapateiro com Taberna e a tia Arminda complementando vendendo peixe.
 A toda a família endereço os meus sentidos Pêsames e aos que partiram PAZ A SUA ALMA.



Isaías Cordeiro